Qualidade em Desenvolvimento

ISD Brasil credencia mais um avaliador de alta maturidade para CMMI

Desde 2007 o SEI – Software Engineering Institute – entidade que regulamenta a adoção do CMMI® globalmente, tornou mais robusto e exigente o critério para credenciamento de avaliadores, em especial para avaliadores de alta maturidade ou high maturity lead appraisers – hmla – aqueles aptos a liderar avaliações de nível 4 e 5 do CMMI (o que o mercado chama de certificação de CMMI).

Esses critérios passam por diversos cursos realizados no exterior, provas escritas, experiência prática (inclusive em avaliações de alta maturidade e conceitos estatísticos) e culminam com uma prova oral, realizada por uma banca examinadora do SEI, onde a parte conceitual e prática é colocada à prova.

Poucos profissionais no mundo passam por todo esse processo, são aprovados e possuem essa credencial. Apenas três no Brasil – Carlos Caram, que foi o primeiro brasileiro credenciado pelo SEI e um dos precursores desse movimento no Brasil. Renato Vasques, o primeiro a se credenciar como avaliador de CMMI e reconhecidamente uma autoridade no assunto. E agora André Pinho, consultor da ISD Brasil com grande experiência na implementação de práticas de alta maturidade, conceitos estatísticos, Six Sigma e gestão de projetos, inclusive em empresas com métodos ágeis. André é avaliador autorizado para os modelos CMMI nas modalidades Desenvolvimento (DEV), Serviços (SVC) e Aquisição (ACQ), além do modelo eSCM para “Sourcing”.

A ISD Brasil permanece como a única empresa no Brasil a contar em seus quadros com avaliadores de alta maturidade brasileiros – temos a certeza de que isso não se dá por acaso.


Excelência em TI – uma visão integrada

Este artigo, publicado pela ISD em 2006 e ainda atual, tem como objetivo principal proporcionar uma visão geral e logicamente estruturada sobre as melhores práticas mundiais no segmento de Tecnologia da Informação (TI). Não era intenção do mesmo desenvolver uma idéia completamente nova ou debater modismos, mas sim discutir os jargões e temas muito falados, e na maioria das vezes pouco praticados em TI, de forma simples, integrada e prática.

No meio desta guerra de temas populares estão os modelos, normas e melhores práticas (CMMI, ITIL, Six Sigma, ISO9001, etc) que se disseminaram com o objetivo de ajudar os CIOs e gestores de TI em suas missões de promover a geração de valor e gerenciamento de riscos por meio da tecnologia da informação e comunicações. Esta proliferação de padrões e conseqüente necessidade de integração tem causado mais “dor de cabeça” aos gestores de TI do que de fato trazido os benefícios que se esperava.

Este artigo finaliza apresentando uma proposta de um framework que integra as melhores práticas mundiais visando ajudar as organizações na concepção, construção e execução de suas estratégias nas áreas de TI.

Alguns temas abordados pelo artigo:

  • Indicadores financeiros e empresarias e sua ligação com TI
  • Planejamento e alinhamento de TI aos objetivos de negócios
  • Governança e gestão de TI
  • Gestão por processos
  • Melhores práticas mundiais
  • ISF for Excellence: uma solução integrada

Boa leitura!

http://www.isdbrasil.com.br/artigos/artigo_excelencia.php


CMMI 1.3 – Análise de mudanças e impactos

CMMI 1.3 – Mudanças e Impactos

O SEI – Software Engineering Institute, instituto de pesquisa norte-americano de grande prestígio na área de tecnologia da informação e administrador do CMMI e seus produtos e serviços, vem anunciando nos últimos meses a chegada ao mercado da versão 1.3 do referido modelo, prevista para o novembro de 2010. Com isso, organizações do mundo inteiro que estão implementando programas de melhoria de processos baseados na versão 1.2 do CMMI, seja ele o DEV (desenvolvimento), o SVC (serviços) ou o ACQ (aquisição), necessitam iniciar seu planejamento no sentido de efetuar as alterações necessárias para adaptação à nova versão do popular modelo de melhores práticas.

A Integrated System Diagnostics Brasil (ISD Brasil), subsidiária da ISD Inc, um dos maiores parceiros do SEI em número de credenciais no mundo, seguindo sua política e seus valores de levar não somente a informação ao mercado, mas também prover uma apropriada análise e consequente conjunto de recomendações, preparou este artigo para que o mercado brasileiro envolvido com melhoria de processos possa planejar sua transição entre as versões do CMMI de maneira a minimizar quaisquer impactos possíveis e ainda usufruir dos eventuais benefícios da nova versão do modelo.

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